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sábado, 24 de abril de 2010

O MENDIGO E O DIAMANTE

Numa pequena cidade do interior, havia um pobre mendigo. Fazia o que todo mendigo faz. Dormia nas calçadas, pedia pão e roupas velhas (é o que todo mundo dá). Ganhava estas coisas e as colocava dentro de duas mochila. Nos dias bonitos de sol, ele sentava na praça, tirava do saco todos os trapos, lavava-os na fonte da praça e os estendia no chão para secar. Pegava o pão velho e amassava-o com uma pedra que ele trazia no saco, comia como se fosse uma sopa. Não incomodava ninguém e gostava de conversar e brincar com algumas crianças. Assim levava a vida... Quando ele demorava para aparecer o povo sentia falta, mas ele, mais cedo ou mais tarde, sempre chegava.
Acontece, porém, que num dia muito frio, o mendigo não apareceu. Estava morto lá no começo da rua principal. O povo correu para ver o homem morto. Do lado dele estava a mochila e mais nada. O povo "cheio de bondade", ajeitou o enterro e o levou para o cemitério. Um jovem curioso revirou a mochila e gostou da pedra. Levou para a casa esta pedra e, lavando-a, descobriu: era uma pedra pedra preciosa, um diamante que todo o dinheiro da cidade não dava para comprar.
MORAL DA HISTÓRIA: o difícil da vida fraterna é a gente ter a coragem de mexer na mochila do mendigo que vive conosco... Pensamos sempre que dentro da mochila só tem trapo e pão velho...não descobrimos o diamante escondido na mochila de cada um. E se a gente fizesse uma busca nas mochilas nossas e de nossos companheiros?

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